sábado, 12 de Dezembro de 2009

O BOM E O MAU ANDAM DE BRAÇO-DADO

Noite fria, mas muita gente a passear, a frequentar restaurantes e estabelecimentos similares. Muitos carros. Cada pessoa leva o seu carro até ao local onde lhe dá mais jeito. O desrespeito pelas sinalizações, pelas regras de estacionamento, passa-lhes completamente ao lado. Tanto faz que a Câmara mande pintar listas amarelas para proibir os aparcamentos, como nada tenha acontecido. As escapatórias para a passagem de peões são absorvidas pelos carros. Não se passa nada! Ainda hoje assisti a uma menina deficiente motora que se fazia transportar num triciclo eléctrico em cima do passeio, mas teve de passar para a estrada porque os carros estacionados não deixaram uma nesga de espaço para poder passar. Se fosse em França onde esteve radicada, diz que isso nunca era possível acontecer porque a Polícia anda sempre em cima dos infractores, fardados e à paisana! Diferenças!
Posted by Picasa

NATAL FELIZ E CONFORTÁVEL NÃO É PARA TODOS!

Solidariedade! Natal de família! Conforto! Prendas! Aconchego em noites frias! Esta é uma imagem do país real, de Espinho no mês de Natal, com luzes e animação nas ruas, de consumismo quanto baste, apesar da crise, lotações esgotadas nos centros de turismo para a passagem de ano. Já Zeca Afonso cantava: «Eles comem tudo, eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada». Sempre foi assim e será pelos tempos fora! Centenas ou milhares de associações de solidariedade social espalhadas pelo país e... tanta gente a dormir debaixo da ponte, ou ao relento, como estes jovens na cidade de Espinho, na Praceta Amorins, na Rua 8. Todos os dias o mesmo espectáculo degradante: os bancos servem de cama. Um já dorme e outro chegou para preparar o seu «ninho». Muitas vezes com a barriga a dar horas! Não é gente de Espinho, mas vieram para cá à procura de uma vida melhor que ainda não chegou nem chega!
Posted by Picasa

sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

ANOMALIAS QUE JÁ VÊM DE TRÁS...

Espinho é uma cidade turística com algumas responsabilidades no conceito internacional. Se calhar nunca encarou de frente esses deveres. Pensou até que as benesses caíam do céu aos trambolhões em qualquer situação.
Quero dizer com isto, que pessoas, com responsabilidade na Câmara, precisam de estar atentas ao que se passa na época estival e, simultaneamente, em tudo que é realizações sejam elas organizadas ou com o aval da Edilidade, sejam elas levadas a efeito em espaços públicos por entidades privadas. A Câmara tem obrigatoriamente de saber o que se passa e acompanhar os trabalhos.
No Verão passado, montaram-se recintos desportivos na praia da Baia. Certo? Tanto na montagem como na desmontagem, faltou a supervisão de alguém com responsabilidades camarárias. Assim, na desmontagem, a areia ficou com imensas abraçadeiras plásticas espalhadas pela areia onde os banhistas utilizam.
Por sua vez, as ligações telefónicas ou de computadores, os funcionários cortaram simplesmente os cabos deixando rolos de fio espalhados no passeio, como se vê na imagem, num desleixo sem precedentes. Acham tudo isto, atitudes normais numa terra de turismo?
Posted by Picasa

EMIGRANTES VENEZUELANOS EXIBIAM AS BRUTAS MÁQUINAS AMERICANAS

Actualmente neste mundo de «vacas magras», nada é como era. Nem mesmo nos EUA as viaturas que antigamente faziam questão de utilizar eram nacionais, potentes, bonitas e boas. O combustível foi subindo e os mercados internacionais, com predominância do nipónico, entrou na América com viaturas muito mais acessíveis, de menor consumo e equipadas com o que de melhor existe no automatismo. Mais de 50% dos veículos em circulação são japoneses, coreanos, e poucos europeus, dos quais se destacam a BMW, Mercedes, Audi e pouco mais. Nada de franceses, italianos, etc. Os carros de origem americana são bastante mais compactos, mas de uma beleza e técnica extraordinária, como sempre foram.

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

O FERIADO DA SENHORA DA CONCEIÇÃO ILUMINOU A ALMA DOS COMERCIANTES

Nem tudo está perdido para os comerciantes da nossa praça, que ao olharem para os dias chuvosos que se fizeram sentir, andavam desanimados e com alguma razão. O S. Pedro olhou para eles e teve contemplação, mandando um dia de feriado muito razoável e seco, que motivou de imediato a vinda de milhares de pessoas, o que foi uma bênção. Se tivermos em conta que amanhã, 5.ª feira vai estar meio chuvoso, os restantes dias são de molde a fazer regressar a alegria deste Natal consumista a que nos habituaram.

segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

FEIRA GIGANTESCA CAUSA PROBLEMAS REDOBRADOS NA MANUTENÇÃO


Espinho está a pagar caro o clássico cartaz, nacional e internacional, que é a sua gigantesca feira semanal das segundas-feiras, uma vez que às sextas se realiza, no mesmo local, uma outra, de dimensões idênticas. Já salientamos a praga dos ambulantes, que vendem de tudo e deambulam por todos os recintos da feira, num total desrespeito por quantos pagos os seus direitos. Eles sentem-se completamente àvontade, senhores do seu papel, ocupam os espaços que lhes apetece, completamente à borla. No espaço «Gipsy town», a duplicação das bancas, montadas nos espaços de passagem dos clientes, é constante. Por outro lado, outro problema não menos grave prende-se com os estacionamentos. O recinto que se vê na foto, era a feira de legumes que foi transferida para o sector novo, sendo logo aproveitado, provisoriamente, para armazenar viaturas, onde se estabelece alguma confusão nas saídas. A feira é muito grande e os problemas são sempre a triplicar. Falta aqui, há muitos anos, ordenamento no depósito de resíduos sólidos. Não faz sentido que não seja criada a mentalidade de higiene e civismo junto dos vendedores. Se a Câmara distribuísse sacos de dimensões satisfatórias aos comerciantes, para eles introduzirem cintas, embalagens, etc., do que vão vendendo, recomendando aos clientes que não deitassem nada para o chão, teríamos um final de feira muito mais agradável no aspecto de limpeza. Todos ficávamos a ganhar e a mentalidade crescia para valores internacionais.
Posted by Picasa

domingo, 6 de Dezembro de 2009

OS TONS COLORIDOS DA ILUMINAÇÃO DO CASINO ANIMAM A ZONA POENTE

Como vem sendo habitual, a Solverde apresenta nas quadras de maior preponderância social, novos "designers" da autoria dos Castros iluminações, que são muito agradáveis e emprestam a toda a zona poente um ar de festa diária. Toda a gente gosta de luz. Tal como o sol, luz é alegria e vida. Quando essa mesma luz é apresentada em vários tons acompanhados de vistosos desenhos, o entusiasmo é maior.
Creio que num futuro mais ou menos próximo quando a Solverde proceder a novo arquitectónico frontal, voltado para o ex-espaço ferroviário, onde vão nascer pracetas, então Espinho usufruirá de novo trampolim para enfrentar uma nova exigência turística.
Posted by Picasa

sábado, 5 de Dezembro de 2009

Aproxima-se a passos largos o final do ano. Uma das pretensões da população prendia-se com a realização de um "reveillon" popular, embora modesto, mas expressivo, numa noite em que todos pudessem "despejar" as suas mágoas relativas à crise que abalou o mundo. Simultaneamente, augurar para o ano que vai entrar as maiores venturas e bem-estar.
Nessa noite, que já foi de grande bulício em vários salões desta cidade, com bailes pela noite dentro, Espinho vê-se agora mergulhado numa esquisita melancolia confinada aos salões do Casino onde tradicionalmente esta efeméride é sempre uma enorme atracção.
Posted by Picasa

quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

COM ESTA ILUMINAÇÃO A POPULAÇÃO ESTÁ TRAMADA E AMEDRONTADA

Conforme se repara nesta imagem tirada de noite, para que se veja melhor a qualidade de Espinho nas ruas 14 e 16, onde a palavra cidade é considerada apenas até à Rua 37. Desta para sul, só as restantes ruas acima da 18 estão bem iluminadas. A Câmara decidiu «castigar» os habitantes destes dois troços de ruas, não permitindo que os candeeiros feéricos fossem «plantados», como nos restantes sectores citadinos.
Aqui, na Rua 14, as pessoas que têm de passar da Rua 37 para sul, chegam a ter medo de serem atacadas, o mesmo acontecendo quando atravessam o parque de estacionamento dos autocarros para ir para poente, cujo loal à noite serve para fins menos dignos devido à escuridão. Por outro lado, na Rua 16, toda a rua tem modernos candeeiros, mas a ponta sul a partir da Rua 37. Parece sina!
Posted by Picasa

sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

OS "GUETTOS" DA CIDADE DE ESPINHO ONDE A CONFUSÃO TEM O SEU LUGAR

De um lado o Hospital de Espinho. Do outro o Centro de Saúde e um grande infantário. Não admira, pois, a movimentação de viaturas no quotidiano. Porém, para efectuar as entregas de mercadorias, por vezes há necessidade de entrar naquele espécie de "guetto" viaturas pesadas de maiores dimensões. O problema coloca-se em saber como hão-de sair de lá. Na foto, um desses casos. Noutro dia era um autocarro com excursionistas, onde se verificou alguma anormalidade na saúde dos passageiros. Depois para manobrar a inversão de marcha, é preciso a ajuda do público, quando existe anexo ao hospital um terreno, no antigo coteiro da areia, que agora se encontra vedado com cadeado e nos dias de feira serve para estacionamentos pagos! Chama-se a atenção da Câmara para criar condições para as viaturas de transporte pesado poderem ultrapassar o obstáculo no beco sem saída!
Posted by Picasa

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

URGÊNCIAS NA RUA, MESMO DISPONDO DE UM HOSPITAL EXEMPLAR!

Eram cerca de 16h30 de quinta-feira, quando o alarme da ambulância do INEM soou bem alto no veículo que foi chamado de urgência para o lado poente. Era na Rua 8, onde um indivíduo tinha caído de uma palmeira que estava a ser aparada. Como os serviços do INEM demoraram um pouco a estabelecer a ligação para Espinho, foi necessário chamar outra ambulância aos Voluntários de Espinho, que distam apenas 500 metros. Porém, dada a eventualidade de haver fractura, foi reclamado o carro da Emergência Médica, que se vê ao fundo, atrás da ambulância vermelha. Talvez por dificuldade logística, os BVE chamaram outra ambulância para levar o doente para o Hospital de Santa Maria da Feira.
Por este caso e por muitos outros que acontecem no quotidiano, se nota quão frágil está o nosso belo hospital, sem um Serviço de Urgências, que sempre teve!
Ainda não vai há muitos dias que um ferido, na esquina do hospital, teve de ser encaminhado para Vila Nova de Gaia!
Posted by Picasa

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

A ESTAÇÃO É, OU NÃO É, PARA SER ÚTIL À CIDADE DE ESPINHO?


O edifício já "foi operado". Amputaram-lhe janelas e portas, ao mesmo tempo que eliminaram a sala de espera e bilheteiras. Trouxeram um contentor e é ali que os funcionários se abrigam e vendem bilhetes. Por sua vez, os passageiros, são relegados para debaixo do coberto que se vê, que não abriga ninguém nas intempéries invernosas. É um triste exemplo da marginalização simultânea da Refer e da Câmara de Espinho, através das ruas de acesso, como se vê na imagem esverdeada, um passeio de terra batida, ladeado de ervas daninhas que crescem livremente, bem como ratos que passeiam a bel-prazer. Tudo isto aqui, em redor do edifício da martirizada estação centenária do Vale do Vouga!
Posted by Picasa

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

CORRIDAS DE TRICICLOS NA AVENIDA 8 COM GRANDE IMPACTO TURÍSTICO

Os eventos de entretenimento, na então "Rainha da Costa Verde", que se desenvolviam na época de veraneio, eram muitos e variados, especialmente os que eram realizados por Benjamim Dias e com o apoio do seu jornal «Defesa de Espinho». Haviam famílias que anualmente vinham passar férias a Espinho, para aliar o útil ao agradável: banhos diários num mar iodado, de características superiores; diversões para as suas crianças e adultos também; horas de bem-estar e lazer nas magníficas esplanadas; tardes e noites temáticas, dançantes, invariavelmente, no Salão Nobre do Casino ou da Piscina Solário Atlântico, com grande frequência da melhor sociedade local e nortenha, et., etc.
Espinho era uma praia sui-generis e pioneira em Portugal na realização destas actividades de lazer de veraneio. Aqui na foto, pode ver-se o principal impulsionador, o director do jornal Defesa de Espinho e o seu "staff", a saber: 1 - Benjamim Dias, 2 - Domingos Oliveira, 3 - Luís Rocha, 4 - José Cadete, 5 - Daniel Dias, 6 - Azevedo Brandão, 7 - Joaquim Natário, 8 - Jaime Reis, 9 - Mário, 10 - Gil. A maior parte destas pessoas já não fazem parte do número de vivos. No entanto, será de pasmar por não haver, actualmente, gente com talento para prosseguir a realização de eventos de veraneio com qualidade, quer estes sejam realizados em salões, ou espaços públicos de lazer!!!


Posted by Picasa

quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

ESPINHO: JÁ FOI A «RAINHA DA COSTA VERDE»... E AGORA?

Toda a gente tem saudades do que é belo. Espinho já foi uma terra de eleição, com imensos veraneantes que optavam por realizar as suas férias nesta cidade. A recomendação de Espinho era passada pessoalmente, através das amizades, muito embora a Comissão de Turismo se esforçasse em propagandear os eventos e as características desta terra, aquém e além fronteiras. Havia dinamismo, dedicação, entusiasmo e iniciativas para levar a efeito na época estival. Agora tudo se perdeu. O magnífico espaço de lazer, totalmente vedado ao trânsito de veículos, onde as crianças brincavam, os adultos passeavam ou estavam sentados nas imensas esplanadas dos vários cafés, onde se tratava de negócios. se ampliavam as amizades e até se realizavam casamentos, esfumou-se com a má orientação de responsáveis autárquicos. Até música suave existia emitida por uma cabina sonora local. As noites quentes de Verão eram a perdição de toda a gente que pretendia garantir um lugar na Avenida 8, zona do picadeiro. Com a construção do Aparthotel e a desertificação de todos os estabelecimentos de restauração e cafetaria existentes, o espaço de lazer veio a desaparecer, por total inércia dos responsáveis camarários da época!

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

OS VALORES ECOLÓGICOS COMEÇAM A CHEGAR A MEIOS URBANOS

Ainda bem! Para quem não tiver possibilidades de frequentar zonas verdes, nos locais adequados de parques e jardins públicos, o melhor é criar o seu próprio parque, nem que isso tenha de acontecer no telhado! Foi precisamente o que aconteceu no ângulo das ruas 16 e 29. Aqui mesmo, na 29, para facilitar a entrada de viaturas na garagem, foi criada uma espécie de "micha" no passeio, sem que as entidades camarárias tenham reprovado o projecto. Se calhar até acharam piada!!!
Posted by Picasa

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

CABANA: RESTAURANTE ENVOLTO POR MINI-SELVA NAS TRASEIRAS

TERRA DE TURISMO: tudo muito lindo pela frente; tudo muito feio nas traseiras e nas laterais! Estamos a falar de um dos melhores restaurantes do litoral espinhense. Talvez, mesmo, o que mais factura no dia-a-dia, em todas as épocas do ano. Porém, quem der uma volta em seu redor, fica impressionado com o DESLEIXO! Ervas daninhas com bom tamanho, muita terra a provocar poeiras, pedras soltas, enfim, um bom restaurante envolto em matagal, onde os ratos passeiam, não sei se vindos do rio, se do entulho no matagal. Tudo isto num ponto estratégico de turismo. Espinho precisa de criar condições de ascensão turística, mas, seguramente, não será com este método obtuso!
Posted by Picasa

QUEM TERÁ INVENTADO O VÍCIO DE CONSPURCAR OS PASSEIOS?

Posted by Picasa

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

QUANDO A TERRA SUBLINHA A ESTIMA PELOS SUA HISTÓRIA

O exemplo de imagem poderia ser transposto de várias localidades do litoral português, sendo que uma delas fica à distância de meia dúzia de quilómetros. A foto que vemos, é uma vareira da Figueira da Foz, que foi perpectuada em estátua. Espinho que perdeu dezenas de pescadores em naufrágios e não tem qualquer estátua. As varinas que percorreram alegremente, de canastra à cabeça, cantando os belos pregões, jamais mereceram de qualquer Executivo que tenha passado pela Câmara qualquer referência póstuma.
Nesta cidade, apenas temos dois bustos, um de Jerónimo Reis e outro de Carlos Morais, que foram duas ilustres figuras bairristas, como ilustres foram muitos outros que deram o seu contributo para Espinho ser a cidade que hoje é.
A nossa terra parece mesmo alérgica a estátuas. A única que durante muitos anos esteve no seu pedestal, no Jardim dos Combatentes, foi o Soldado Desconhecido, que também muitas localidades têm. Porém, com o 25 de Abril, o soldado foi arrancado e enterrado junto ao cemitério municipal. Anos mais tarde, foi desenterrado e transitou para a unidade do Regimento de Engenharia de Paramos, onde foi restaurado e depois subiu ao pedestal num ponto de honra para o Exército, com muita apresentação e carinho. O que para uns são mamarrachos, para outros são objectos de arte! Agora, temos uma vareira, herdada de uma fábrica de conservas.

Posted by Picasa

terça-feira, 1 de Setembro de 2009

MAGNÍFICOS AZULEJOS QUE QUALQUER DIA LEVAM SUMIÇO

Aos poucos e poucos, os homens com responsabilidades autárquicas, destroem tudo o que de belo existe em Espinho, em nome de outros melhoramentos que no fim de contas ficam muito aquém dos existentes. Já assim aconteceu com o célebre "picadeiro" na Avenida 8, que envolvia o maior e mais belo espaço de lazer das praias portuguesas, entre as Ruas 23 e 17. Este perímetro estava devidamente vedado à tentação dos automobilistas e era cotado como o mais bem concebido e movimentado espaço de lazer, ladeado de palmeiras, que mais tarde também eram sacrificadas em nome da construção do novo túnel. Nesta altura Espinho perdeu alguns estabelecimentos de cafetaria neste espaço, para "nascer" boutiques e outros negócios completamente deslocados. Aguarda-se que a nova urbanização sobre o túnel possa de alguma maneira relevar estas carências.
Posted by Picasa

quinta-feira, 16 de Julho de 2009

A CONFUSÃO DAS CARGAS E DESCARGAS DO "NOVO" MERCADO

Se a arquitectura tinha sido muito má para comerciantes, fornecedores e público em geral, a concepção do obra veio dar cabo da cabeça e já há muita gente que procura evitar o novo Mercado Diário de Espinho onde não sentem comodidade. Aquela espécie de "túneis" onde se localizam as lojas do piso de rés-do-chão, que precisam de estar todo o dia com a luz acesa, foram um grande fracasso da arquitectura. Por outro lado, o recém-criado primeiro andar nunca conseguiu reunir interessados e agora vai ser encaminhado para uma Loja do Cidadão.
No exterior, do lado da Rua 18, deixaram um passeio com uma largura exorbitante, onde poderia ter sido criado um sector para descargas das viaturas que diariamente demandam este mercado. Aqui, na foto, pode ver-se dois camiões, um dos quais tapando completamente o passeio onde circulam os peões. Senhoras, com carros de bebé, perante o novo obstáculo, tiveram de descer à rua! Transitar em redor do mercado diário, de manhã, é muito complicado e ninguém aparece para tentar ajudar os automobilistas que se deparam com este caos autêntico no centro da cidade.
Posted by Picasa

domingo, 5 de Julho de 2009

O QUINTAL DESTE "ESQUELETO" É UM COVIL DE PROSTITUIÇÃO E DROGA

Causa estranheza que se mantenha o esqueleto de um prédio no coração da cidade de Espinho, que teve a sua época alta no conceito de vida dos habitantes e gentes que frequentavam a Rainha da Costa Verde. Começaram a demolir, mas as obras ficaram a meio e ninguém mais quis saber. Seja qual for o motivo do adiamento, não faz sentido que se mantenha este negro espectáculo, devendo ter ordenado a demolição urgente. Agora que é palco de prostituição e tráfico de drogas no terreno vedado com tela, aguarda-se que alguém vistorie. Durante as noites foi urinol para muitos homens.
Posted by Picasa

sexta-feira, 3 de Julho de 2009

ESPINHO: A REMODELAÇÃO ESTÁ AO NOSSO ALCANCE

As noites de estâncias de veraneio internacionais, são um espectáculo vivo inesquecível. Mesmo quando elas ficam localizadas paredes-meias com hotéis ou residenciais, cuja mentalidade dos ocupantes se situa para além das tradições dos portugueses de noites silenciosas. Esses mesmos portugueses, aquando da sua estada em paraízos de veraneio, têm outra postura e até apreciam toda a envolvência da população jovem, que se fantasia com figurinos exóticos em grupos que comungam do mesmo espírito e por isso vestem igual.
Em Espinho tudo isto pode e deve acontecer. Não em zonas misturadas com residências, mas sim na esplanada norte, até ao limite do nosso concelho, locais onde ninguém mora. Faça-se a requalificação arquitectónica adequada, baseada num local atraente, que sirva de trampolim para uma definição turística de nível internacional, que possa fixar gente jovem e não só! As noites lá fora são sempre muito curtas e as horas devoradas com imensa facilidade e animação. Toda a gente gosta de sentir o palpitar da música e os grupos de jovens a dançarem nas ruas fardados com motivos muito curiosos! Serão esses povos dotados de maior grau de inteligência para alcançarem êxitos ao longo de todo o Verão?
Posted by Picasa

quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

E SE ESTA FOSSE UMA NOVA IMAGEM DO ESPAÇO MAIA-BRENHA!


Não nos cansaremos de apresentar este magnífico perímetro turístico, que terá dimensão idêntica ou aproximada ao espaço árido da esplanada Maia/Brenha, embora não tenha comparação possível, nem como atracção, nem como espaço lúdico, nem como espaço útil, onde eventuais barulhos não incomodam quem quer que seja. Para espaços destes podem ser transferidos todos os bares sem prejuízo para a população. Reparem só nesta belezura de palmeiras, que lembram o nosso "picadeiro" e um piso magnificamente construído em pedra da chamada calçada portuguesa, importada de Portugal. Copiar é uma das grandes vantagens universais, quando não existe capacidade para idealizar urbanizações como esta. Esta foto pode sugerir ideias novas para bares, sem esquecer nunca a disposição anti-nortadas.